A força ingovernável do amor
Uma das minhas pesquisas resultou no encontro de um livro recente que conta uma história antiga e cada vez menos abafada pelos tempos modernos e "loucos" que vivemos. "A Mulher do Meu Irmão" de Jaime Bayly (23-12-2005) retrata a seguinte história: «Tem trinta e cinco anos e é um banqueiro rico, viciado no trabalho. Zoe, a sua belíssima esposa, aborrece-se naquele casamento tão perfeito que se torna opressivo. Quem se vai encarregar de quebrar a rotina é Gonzalo, o irmão mais novo de Ignacio, um pintor apaixonado e sedutor que não sabe perdoar: embora Zoe, a cunhada, lhe agrade muito, terá coragem para a seduzir e ir até ao fim, traindo o irmão?
Dois irmãos e uma mulher: o triângulo perfila-se de um modo inquietante. É uma bomba que vai desencadear segredos familiares, a fúria contida no desejo, a força ingovernável do amor.»
Eu sinto, nesta fase da minha vida, uma ingovernável força que me atrai e me enche a alma. A minha história é bem menos complexa que a que se desenrola no livro e se a complico é porque quero ou porque ainda não chegou o momento de a descomplicar.

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