quarta-feira, janeiro 25, 2006

Descobrimentos...

Há muitos anos atrás foram vários os aventureiros que se fizeram ao mar e descobriram caminhos para locais nunca antes descobertos. Hoje ao visitar e ao ouvir-mos falar desses países sentimo-nos como parte deles. Alguem descobriu algo que ficará para sempre na nossa história e na
nossa memória enquanto seres passageiros deste belo planeta azul.

Tudo isto para te dizer que te descobri e muito mais tenho ainda para descobrir e está a ser belo e único fazê-lo. A nossa passagem por este planeta azul e as nossas memórias viverão bem menos tempo que as dos descobrimentos, mas o facto de serem mais curtas não significa que não sejam muito mais belas, intensas e eternas. Amo esta sensação de descobrir e sei que isto me encherá a alma até ao dia em que fechar os olhos e me despedir deste belo planeta azul.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

A saga continua...

Pois é... advinha-se uma noitada de correcções de trabalhos seguida de um dia já completamente preenchido pelas defesas dos mesmos. "E eu, estou aqui" com necessidade de parar, relaxar, voltar-me para mim... Tenho um caminho para escolher (se é que ainda não escolhi) e a educação que me deram foi a de nunca voltar as costas aos problemas e à vida e eu comprometi-me (desta vez comigo mesmo) em parar para pensar . Irei por isso, pensar, rezar e esperar para decidir este percurso que agora se coloca em questão... mas o cansaço não me está a ajudar.

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Isto já não dá mais

Mais uns trabalhos corrigidos. Ainda ficam 4 que têm que ser corrigidos até as 17:00 horas de amanhã... mas isto hoje já não dá mais e só de me lembrar que só vou durmir 2,5hrs até me pergunto se vale a pena... Mas vou... preciso de carregar um pouco as baterias para um novo e longo dia.

Até já ;-)

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Os peixes alfa-beta

Hoje descobri uma coisa gira. Inédito, mas isso tinha que ser (dito por que disse).
Então não é que os peixes beta (ospexisbeta) são do piorio. Além de dormirem em serviço, e resistir à fome negra são uns anti-sociais do caraças.

Eu como rapaz céptico que sou, fui-me informar... Entrei na loja, fiz pichtt pixxxttt e lá veio o entendido ter comigo dizendo-lhe eu rapidamente:

EU: Olhe lá, você percebe alguma coisa dopexibeta?

O expert: claro que sim. É um animal muito giro.

EU: giro!!! exclamei eu assustado e com vontade de sair da loja porque pensei que tinha sido enganado e estava a fazer figuras tristes (o que não me é nada comum).

O Expert: espere ele é giro mas é um peixe anti-social e não repare se ele não lhe aparecer quanto o tenta espreitar

EU: Pois, isso realmente faz-me lembrar algo. Mas olhe, aquilo que me realmente me traz aqui é a curiosidade em saber se existe algum peixe que faça apexisbeta tornar-se mais social, capaz de exprimir os seus sentimentos e não comer "literalmente" o meu peixe.

O Expert: Pois, realmente eu compreendo. Deixe-me consultar a Internet para ver se lhe consigo responder...

Após uns minutos...

O Expert: Estive à procura e o único peixe que é capaz de fazer apexisbeta comportar-se socialmente é opexisalfa e nós temos ali um para venda, se pretender.

EU: Ai é!! exclamei eu de satisfação. Olhe levo um, seque-o bem sequinho e embrulhe-o com um lacinho azul bebé por favor.

O expert assim procedeu....

Finalmente estou feliz porque tenho o meu pexisalfa e irei juntá-lo àpexisbeta e esperar que ela se abra com o meu peixe.
Já agora, e para concluir, se apexisbeta me comer opexisalfa ao menos que lhe saiba bem.

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Um rapto (quase) à maneira

Já lá vai quase uma semana em que decidi levar a cabo um rapto que correu lindamente. Tudo começou com um jogo de sedução e com um acréscimo de ansia de parte a parte e com um desafio para a escolha do local do rapto, sim o local porque temos que nos adequar aos tempos e hoje em dia ninguém pode ser raptado e mantido refém num local fechado e pouco arejado. Ahh pois, um raptor que se digne lê a constituição e percebe os direitos mais básicos do Homem (amar).

Poucos minutos faltavam para as 00:00 quando cheguei ao local do rapto, pensei que teria de usar a força e por isso preparei-me com o meu super kit de rapto (contém quase tudo o que é importante) mas a "vitima" voluntariamente entregou-se bastando apenas tê-la ameaçado com meia duzia de ferrero rocher's que lhe estragariam a dieta (estava apenas a tentar alimentar a presa).

Cumprida a primeira fase, passei à segunda que foi mostrar o local onde a vitima poderia mais tarde "reclamar" qualquer inconformidade ocorrida durante o acto (a obrigatoriedade do livro de reclamações levou-me a isso). Confesso que nesta fase perdi por momentos a noção de rapto e quase me senti raptado. Mas... quem tinha o kit de rapto era eu e nada o podia fazer mudar.

Amarrei-me à "vitima", enfiei-a (nos) no carro (um austin martin com a classe de um Bond... James Bond) e parti em direcção ao cativeiro (adjectivo de cativeiro: local que me cativa). A viagem apesar de curta foi longa é que nunca demorei tanto tempo a fazer a porra de uma viagem de duas dúzias de kilometros.

Uma vez no local, conhecido por erva morta (lameiro morto) em que a meu ver a única coisa que está morta (ou esteve naquela noite) é/foi mesmo a erva (existe neste nome algo que ainda não percebi porque trata-se da erva preferida dos coelhos e todos nós sabemos a energia que eles têm (tudo menos "mortos")) acabei por me "amarrar" à vitima (para ela não fugir) uma cama de solteiro aconchegada por um lençois de flanela e um edredon, que hora aparecia hora desaparecia, tal era o calor gerado pelos corpos da vitima (vontade de fugir) e do raptor (força para que não fugisse, tal era o valor do resgate).

O rapto correu bem e eu como qualquer raptor do século XXI "obriguei" a vitima a pagar-me o pequeno almoço, não sem antes a ter obrigado a colocar na máquina de lavar os lençois e a tomar um banho para retirar do corpo o suor entre outros líquidos corporais (sim porque com o cheiro podia ter que desistir do rapto e tal como disse anteriormente o valor do resgate era (é) demasiado alto para me dar a esse luxo) gerados durante o sono.

Este é um rapto que guardarei eternamente em minha memória. E hoje, passada quase uma semana, digo de vivo pensamento e penso de viva voz: Vamo-nos "raptar" de novo; vamos ficar "cativos".

As belezas do nosso mundo

Com certeza que todos nós ja reparamos na lua, nas estrelas, no sol, nas flores, no mar e em muitas mais coisas que fazem parte deste nosso mundo. Sim já todos nós reparamos por mais insensivéis que sejamos. Mas eu hoje apercebi-me de algo diferente e que, com certeza muitas pessoas infelizmente jamais terão oportunidade de ver, que não é mais do que ver tudo aquilo que nos rodeia (a lua, as estrelas, as luzes nas cidades, o sol, as flores, o mar, ...) estando completamente apaixonado porque tudo é muito mais bonito. Acreditem ou não, mas até as luzes vermelhas dos postes de alta tensão são lindas (lolllll). É lindo amar. É lindo achar tudo bonito e especial. É único. É arrepiante.

Deus... obrigado.

A força ingovernável do amor

Uma das minhas pesquisas resultou no encontro de um livro recente que conta uma história antiga e cada vez menos abafada pelos tempos modernos e "loucos" que vivemos. "A Mulher do Meu Irmão" de Jaime Bayly (23-12-2005) retrata a seguinte história: «Tem trinta e cinco anos e é um banqueiro rico, viciado no trabalho. Zoe, a sua belíssima esposa, aborrece-se naquele casamento tão perfeito que se torna opressivo. Quem se vai encarregar de quebrar a rotina é Gonzalo, o irmão mais novo de Ignacio, um pintor apaixonado e sedutor que não sabe perdoar: embora Zoe, a cunhada, lhe agrade muito, terá coragem para a seduzir e ir até ao fim, traindo o irmão?
Dois irmãos e uma mulher: o triângulo perfila-se de um modo inquietante. É uma bomba que vai desencadear segredos familiares, a fúria contida no desejo, a força ingovernável do amor.»

Eu sinto, nesta fase da minha vida, uma ingovernável força que me atrai e me enche a alma. A minha história é bem menos complexa que a que se desenrola no livro e se a complico é porque quero ou porque ainda não chegou o momento de a descomplicar.

domingo, janeiro 01, 2006

neurónios perdidos... quem os viu?

Hoje pura e simplesmente não consigo parar para escrever aquilo que me vai na alma.
Deixo algumas das palavras que me ocupam:
- razão
- emoção
- palavra
- esperança
- passado
- futuro
- saudade (e que saudade)
- casamento
- divórcio
- aparências
- família
- atitude/comportamento social
- pena
- ausência
- fuga
- solidão
- egoísmo
- sentido de presença
- paixão
- amor
- desejo
- "temporalidade"
- abraço
- pele
- beijo
- toque